segunda-feira, 2 de julho de 2007

a arte da guerra


As vezes me sinto imovel.
Mesmo estando em ritmo acelerado.

Dá pra entender??
A imobilidade as vezes significa aquietar não apenas o corpo, mas também a mente e as emoções.
A meditação, a quietude me permite ver as coisas com maior clareza, não se deixando levar por distrações ou fatores dispersivos. Sei que tenho me movimentado muito, em todos os aspectos.
Mas acho que chegou o momento de descansar um pouco, de relaxar a mente, pois as coisas estão chegando a um nível quase insuportável de atividade e minha energia vital esta ficando esgotada, desde a vida afetiva até a profissional e espiritual. Essa parada pode até ser revigorante. Sabe aquela situação, que vc as vezes precisa deixar a poeira baixar, por que o vento e os movimentos não te deixam enxergar direito o caminho?? Pois é!!.
Espanar a poeira não é problema.
Tenho que dá importancia aos meus planejamentos, e estratégias no tocante dos meus desejos, não devo ir, “reagindo às circunstâncias”.
Não quero correr o risco de dispersão, me entusiasmar demais, e não perceber pra onde estou indo.
Respirar, tomar um chá, contemplar o horizonte e pôr em ordem algumas coisas na minha vida que andam um pouco fora de lugar.
Diz o escritor Aldous Huxley que a experiência não é o que acontece com o homem, mas o que o homem faz com o que acontece a ele.

eu

Boa semana, pra todos.(escrito por rosinha)

5 comentários:

Cris disse...

Dá pra entender sim Rosinha.
Nem tudo nessa louca vida pode ser do jeito que a gente quer né.
Sábio texto. Bjs

raniel disse...

que bom q vc ta pensando assim, tambem penso q nem sempre devemos agir pela emoção apesar de achar mais forte que a razao, sempre devemos coservar nossos valores.
e um descanso sempre faz bem e ajuda a equilibrar as coisas.

Renata disse...

Estamos juntas nessa.

Silvia disse...

Essa imobilidade conheço bem!
Mais sei tambem que toda experiência é válida.
Tomar um chá é bom.
Tenho saudades de nossas conversas.

Rosa Magalhães disse...

Imóvel em movimento... Sim, sei mais ou menos pra onde vai isso: tenho me sentido só na multidão. Paranóia básica minha, viu? Beijos, flor!