quarta-feira, 5 de setembro de 2007

o que posso me dispor de hoje

Shakespeare disse:
.... não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam..

Hoje acredito que a felicidade é um estado de espírito alcançado quando passamos a valorizar aquilo que temos e controlamos a nossa ansiedade em relação àquilo que não temos.
Todo mundo queria ser outra coisa, outra pessoa, ser mais alto, mais baixo, mais loiro, mais moreno... É esta falta de aceitação de si que gera a infelicidade. Procurar melhorar o que acho que não me convém, é meta, embora tenha que admitir que penso muito na opinião das pessoas que gosto e tenho apreço.
Tem dias que minha cabeça é um vulcão, mas mesmo assim me sinto serena, me aceito e aceito pessoas, a ironia as vezes é que a medida que serenamos a mente, começamos a obter as coisas que antes nos causavam tanta angustia...(coisa de doido)... Tou na vida, e nesse meu barco percebo:

Sei pra onde vou, mesmo sem ter remo.
A cabeça fica em erupção mas serena.
O coração preocupado mas em paz.
(será que endoidei de vez?)

Entretanto, vou na atitude da aceitação de quem sou e o que posso dispor no meu presente.

Shakespeare disse de novo:
....E não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte, o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decorre sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.



Boa quarta-feira. Xero de luz.(rosinha)

2 comentários:

Diana disse...

Rosa,realmente tendemos ao colocar mto SE pra sermos felizes...se eu fosse isso ou se tivesse aquilo.Concordo qdo vc fala de aceitação de si msm, essa é a maor dificuldade.Sei lá amiga, queria ñ me importar tanto com detalhes.Adoro seus textos e as citações, e desculpe se ñ me fiz entnder,hj ando mais confusa q o normal,bjos

* Tatá * - Taís Basso disse...

Minha linda, eu acredito que qualquer "falta" gera infelicidade. Pelo menos para mim.
Achei lindo essa questão da aceitação que tu falou. A gente tem que ser do jeito que a gente é, nas nossas limitações e deixar de lado certos paradigmas e limitações que nos são impostas.
Tsé já disse que aquele que domina os outros é forte, mas aquele que domina a si mesmo é poderoso. E sei que você é muito poderosa!
Estamos sempre em busca da perfeição no geral; buscamos a perfeição naquilo que somos ou fazemos e, assim, queremos sempre o melhor. Por vaidade ou não, sei lá, a autocrítica pode ser positiva se bem dosada, isto é, considerando os erros, valorizando as atitudes e a própria capacidade. Quando é descomedida, a gente corre o risco de exceder, e essa tal cobrança (pessoal) pode até criar um sentimento pequeno ou mesmo de ansiedade, o que nos impede de sermos como somos, com talvez algum motivo de nos escravizar com a idéia de que poderíamos ser melhores.
Infelizmente o tempo não volta.

Xerão pra tu.