quinta-feira, 10 de agosto de 2006

QUE AS ESTRELAS NÃO PAREM DE BRILHAR




Costumo dizer que precisamos Ter fé e não deixar de buscar a felicidade, mesmo estando imersos em situações muitas vezes limítrofes em nossas vidas. Situações de impotência, onde, por mais que tentemos, não encontramos recursos para resolvê-las. Se a única certeza que temos na vida é a finalização da mesma, pelo menos a finalização da forma que conhecemos, isso quer dizer que não temos certeza de mais nada, pois na verdade, não sabemos se estaremos vivos nas próximas horas. E se a única certeza que temos é a da morte, por que nos afligimos com acontecimentos que sabemos serem inevitáveis em nossas idas e vindas nesta vida?
Existe muito de ilusão em tudo o que fazemos e desejamos. E certamente, existe a necessidade de controle, de um controle vazio de significado, por que também é ilusório. Podemos ter um certo controle sobre algumas coisas que tornamos conscientes em nossas vidas, mas sobre a grande maioria dos acontecimentos que vivemos, especialmente aqueles mais difíceis de resolver, não temos controle algum. A grande maioria das pessoas não reconhece esse sentimento dentro de si. E é certamente bastante difícil ter fé quando estamos embriagados pela dor. Existem momentos em nossas vidas que não sabemos mais nada, que nada mais faz sentido. E é exatamente nesses momentos que nossa fé é testada. Jesus disse que se tivermos fé, mesmo que ela seja do tamanho de um grão de mostarda, seremos salvos.
O sentido de si mesmo vem carregado da certeza de que fazemos parte de algo maior que nós mesmos, que nós humanos demos o nome de Deus. Sem um sentido de Deus ou da vida maior, não podemos desenvolver a fé, sim por que também a fé é um processo, um exercício de confiança e entrega.
A fé nasce da certeza de que a vida é como uma roda que gira no sentido horário e nunca pára, e a ela estamos atados, nosso destino. Devemos, sempre, acreditar que o melhor irá acontecer, mas não devemos perder de vista que o melhor, muitas vezes não é aquilo que nossa infantil personalidade inferior supõe ser. Quase sempre, quando conseguimos sair da negatividade, do sofrimento, da lamúria e da lamentação, e isso tem um tempo para acontecer, podemos enxergar com olhos mais amadurecidos que Deus fez o melhor por nós.

Quando digo que a vida vale a pena, apesar de nossos sofrimentos e dores, é à essa roda que me refiro. Nosso destino é estar atado a ela e cabe a nós sabermos mesmo na subida, que tornaremos a descer. E logicamente e graças a Deus, sabermos que quando estamos descendo, voltaremos a subir, vigorosamente, mais amadurecidos e sábios. (e.f)
Dentro desse contexto vou mudando minha rota.

5 comentários:

Anônimo disse...

Tudo que o tempo não te deu
E que levou de você;
Sem saber que você já sou eu
Agora não entendo
O meu relógio o amor tirou
Mas sei que o meu coração
Tá batendo mais forte
Porque você chegou

Dirce disse...

Parabéns, outra vez.

alexandre disse...

Q lindo o poema...gostei muitooo..
nada como começar o dia lendo coisas lindas assim...
ainda nao encontrei com Luiza!!! Ela ja esta por aqui nas redondezas?!?!?!
Se ela nao vier aqui eu mato ela...
uhauahuahauahauhauahauah
Bjus e fica com Deus!!!

´NÚBIA disse...

: Rosinha,sabia que você tem um referencial como minha amiga muito grande,parece que te conheço pessoalmente,sabia?Isso é bom,sempre que nos comunicamos percebo um acréscimo,a fala no momento oportuno,obrigado pelo carinho de sempre!Como você está?Me informe,eu gosto de te ajudar mesmo a distancia,e a netinha fofa?
Bons sonhos querida,bjs.

Marli disse...

OI amiga, estou com saudades. Como vai vc? tive dando uma espiada nas fotos da sua prole...sua neta está cada dia mais linda..tem uma das suas filhas que eu acho muito parecida com você, (apesar dos outros dois parecerem também), ela em especial é a sua cara na época do DIO... e aí qual são as novidades boas? me conta, pois estou com saudades.... um abraço.